26 de janeiro de 2016

A Grécia está prestes a ser varrida da História

Uma proposta que está sendo gestada em Brasília pode apagar a Grécia da História. Ironicamente ela não afetará nenhum cidadão grego, mas pode ser devastadora para os brasileiros.
Não, o Brasil não mandará tropas ao mar Egeu. A proposta se refere a mudanças no que as quase 200 mil escolas brasileiras deverão ensinar aos seus alunos em todas as disciplinas, a chamada Base Nacional Comum Curricular. Uma organização assim é bem-vinda. Entretanto, para ser benéfica, deve ser muito cuidadosa nos conteúdos propostos. E aí está o problema.
A íntegra da proposta está disponível para consulta pública no site do ministérioaté o dia 15 de março e o documento vem sendo bombardeado por especialistas. Qualquer brasileiro pode deixar lá sua opinião.
Neste artigo, vou me concentrar em História. É importante também deixar claro que este texto trata apenas de aspectos educacionais, fugindo de qualquer discussão política ou partidária. Mas é impossível não mencionar a característica fortemente ideológica e doutrinária do documento do MEC.
Evidentemente a educação é a mais poderosa ferramenta de controle de um povo. E a disciplina de História tem papel crucial nessa tarefa, pois apresenta elementos capazes de moldar a moral do cidadão. Não é de se espantar, portanto, que todos os regimes totalitários lancem mão desse recurso odioso.
No Brasil mesmo, temos o exemplo do currículo imposto pelo governo militar, que distorceu à vontade a história do país para criar uma geração dócil e pouco contestadora. O próprio currículo atual está longe de ser perfeito, sendo resultado de um arremedo do que sobrou do currículo militar com discussões mal-ajambradas da academia desde então, além da ideologia de cada autor.
No século passado, tivemos também outros excelentes exemplos de doutrinação pela escola, na Alemanha nazista, na União Soviética e na China. E atualmente temos o caso da Coreia do Norte, “o país sem cidadãos tristes”.
Claro que podemos afirmar que não há um currículo escolar sem viés político, pois a História nos mostra (pelo menos para aqueles que tiveram a oportunidade de ter uma visão mais ampla dela) que ela é contada sempre pelo vencedor. Seja o vencedor de uma guerra, seja o vencedor das últimas eleições. E nem precisa ser algo de grande monta: estamos cansados de ver prefeitinhos mequetrefes criando “conteúdos pedagógicos” para as escolas de seus municípios que desqualificam seus opositores e o que pensam.
Mas, afinal, o que o MEC está propondo para História?
Ameríndios e africanos versus europeus
A proposta do MEC parte de um pressuposto interessante é válido: como os fatos culminaram na atual sociedade brasileira. Mas a situação se deteriora rapidamente quando observamos os conteúdos propostos para se atingir esse objetivo pedagógico.
Pela proposta, o ensino de qualquer coisa anterior às Grandes Navegações foi eliminado, incluindo aí a formação dos povos mesopotâmicos, egípcios, hebreus, gregos, romanos, além de todos os Estados europeus, pedras fundamentais da cultura ocidental, inclusive da brasileira.
O currículo atual, bastante centrado na Europa, daria lugar a uma proposta fortemente focada em civilizações ameríndias e africanas. Todo o estudo da Antiguidade, Idade Média, Renascimento é eliminado, incluindo o surgimento e a disseminação do Cristianismo, do Judaísmo e do Islamismo. Em seu lugar, entram o contexto político dos povos indígenas brasileiros e da África subsaariana às vésperas da Conquista. E até temas para lá de questionáveis para a formação do cidadão brasileiro, como a independência do Haiti e a Revolução Boliviana ocupariam as aulas de história.
É inegável a influência dos índios e dos africanos em nossa cultura e elas merecem ser mais bem apresentadas do que são hoje. Mas de forma alguma isso pode acontecer em prejuízo de outros elementos definidores dela, a maioria mais importantes que os agora propostos. Pois, queiram ou não, nossa cultura e nossas organizações social, política, legal tem base europeia.
Pela nova proposta, eventos históricos europeus só são considerados naquilo que, de alguma forma, se relacionem com o Brasil. Mas como entender a independência do nosso país sem entender que a Corte portuguesa só veio ao país fugindo das Guerras Napoleônicas? É como entendê-las sem compreender a formação do Estado francês, que por sua vez está ligado, em suas raízes, ao fim do Império Romano. Esse, por sua vez, construído sobre a cultura de um país por eles dominado militarmente (mas não culturalmente) séculos antes: os mesmos gregos do início deste artigo.
A própria Revolução Francesa, que ajudou a moldar todo o Ocidente -e posteriormente parte do Oriente, por influência de nações como Inglaterra e EUA- fica reduzida a um estudo no 8º ano de como ela influenciou o nosso processo de independência e do pensamento liberal no país. E não há sequer menção à Revolução Industrial, que cristalizou os conceitos do Capitalismo e abriu espaço para a luta de classes e, portanto, do Socialismo. Que dizer então da Guerra Fria e sua influência decisiva na formação geopolítica global? Também não está lá. E estes são apenas alguns exemplos.
Essa proposta, que, a despeito da consulta pública, é completamente desconhecida da população, precisa ser, portanto, discutida e modificada dramaticamente! Entretanto, o pouco tempo disponível (cerca de seis meses) e a falta de divulgação e transparência nos processos me fazem sinceramente temer pelo resultado final.
A História, apresentada de maneira ampla e sem viés ideológico, é uma essencial para a formação, manutenção e evolução de qualquer sociedade. Estamos em um momento precioso para fazer isso direito, mas a proposta atual corre exatamente em sentido contrário.
Afinal, como nós estudamos na escola, conhecendo a história, compreendemos o presente e criamos um futuro melhor para todos. Mas, com a proposta em questão, temo que nossos filhos e netos não terão a mesma oportunidade de desenvolver essa visão crítica do mundo.


NOTA: As grandes profecias da Bíblia, principalmente de Daniel e Apocalipse, tem como base a história. Imagine uma sociedade brasileira onde nada sabemos sobre Grécia, Roma, Babilônia e Media-Pérsia. Como explicar para esta pessoa uma profecia como a de Daniel 2, 7 e 8 se esta pessoa não sabe nada a respeito do assunto.

Anjos, ministros do Senhor

O poder de um anjo não pode ser subestimado, anjos são seres poderosos que, para o bem ou para o mal, atuam na vida dos seres humanos. A Bíblia faz menção a atividade destes seres  extraordinários. No livro de Jo capitulo um temos a informação de que desde a criação do homem os anjos já estavam aqui conosco,  "quando as estrelas da alva juntos se rejubilavam..." Em Gênesis 3 está escrito que foi um anjo que havia se afastado de Deus,  que usando uma serpente como interlocurora,  enganou a mulher Eva e trouxe o pecado para nosso planeta. Portanto, desde o começo de nosso mundo os anjos tem atuado nesse pequenino planeta para o bem ou para o mal da humanitária.
Logo depois da queda do homem,  Gênesis 3 relata que dois querubins, uma categoria de anjos,  foram postos em frente ao Jardim do Éden, para impedir o acesso do ser humano a árvore especial que lá tinha e que era chamada de Árvore da Vida. Na história dos patriarcas, podemos ver a participação destes majestosos seres. A Abraão quando da destruição de Sodoma e Gomos rapadura. A Jacob em uma escada que subia da terra ao Céu, pela qual subiam e deciam anjos de Deus. Foi um anjo, chamado de anjos destruidor, que matou todos os primogênitos na terra do Egito. Anjos derrubaram as muralhas de Jericó no tempo de Josué. Na época dos reis também podemos ver os anjos em ação. Um dos episódios mais incríveis é no reinado de Ezequias rei de Judá,  quando Senaqueribe , rei da Assíria,  cercou Jerusalém e em aberto desafio, menosprezou o Deus de Israel,  em resposta a este desafio um anjo do Senhor,  entrou no arraial dos Assírios e matou à cento e vinte mil soldados. No cativeiro babilônico,  foi um anjo que fechou a boca dos leões, e assim poupou a vida do profeta Daniel.
No Novo Testamento,  é Gabriel, o anjo que assiste diante do trono de Deus, que anuncia tanto o nascimento do profeta João Batista,  quanto do Senhor e Salvador Jesus Cristo. Foi também um anjo que avisou em sonho a José que ele deveria fugir com Maria e o bebê Jesus, para escapar da fúria do rei Herodes. Pedro, o apóstolo,  foi libertado da prisão, através da ação de um anjo . Felipe foi levado por um anjo até o eunuco etíope. Podemos ver portanto, que os anjos de Deus cuidam de Seus filhos, guardam e protegem aqueles que hão de herdar a salvação, como diz o autor de Hebreus.  O salmista diz que, "o anjo do Senhor acampa ao redor dos que O temem e os livra." Hoje, não é diferente. Deus continua a enviar Seus anjos para guardar e proteger os Seus servos na jornada para os Céus.

25 de janeiro de 2016

24 de janeiro de 2016

Pedras


A Janela do Hospital


POR QUE JESUS AINDA NÃO VOLTOU?

“Voltarei outra vez”. A promessa tem quase dois mil anos. Gerações sucederam gerações. Desde a geração dos discípulos de Jesus milhares de cristãos creram e aguardaram com ansiedade o cumprimento dessa promessa. Hoje milhões anunciam e esperam o retorno de Jesus.
Mas por quê Jesus ainda não voltou? Estaria Ele está atrasado?
Convém lembrarmos que “a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe.” Marcos 13:32. Mas Deus, o Pai, sabe. A Bíblia garante isto.
Certa ocasião os discípulos quiseram saber quando Jesus regressaria, qual seria a data do Seu retorno (Mateus 24:3). Jesus então apresentou uma relação de acontecimentos que serviriam de sinais de que o retorno estaria próximo.  Aproximadamente 100 textos nas Escrituras falam dos “sinais” que Ele deu da Sua vinda e da atitude que as pessoas deveriam tomar sabendo da proximidade da Sua volta. Entre esses sinais Jesus relacionou as grandes crises internacionais, as guerras e rumores de guerras; fome e epidemias em todo o mundo; a multiplicação da iniqüidade, o amor desaparecendo do coração do ser humano.
Deus nunca deixou de cumprir Suas promessas. Em nenhum momento as profecias se cumpriram fora da data marcada. Jesus nasceu na plenitude dos tempos, ou seja, na época certa (Gálatas 4:4). Paulo, em Romanos 5:6, diz que a morte de Jesus também “se deu no tempo exato”.  O tempo de graça e oportunidade para o povo de Israel teve o seu cumprimento exato conforme fora profetizado a Daniel. As fases distintas da igreja cristã foram claramente definidas no Apocalipse. E tudo aconteceu como havia sido profetizado.
O relógio de Deus não está atrasado. O apóstolo Pedro chegou a mencionar que no fim dos tempos alguns apostariam da fé e zombariam dessa aparente demora. Foi, porém, enfático ao escrever: “Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” Segunda Pedro 3:9.
Hoje os sinais mencionados por Jesus e pelos escritores da Bíblia apontam o Seu retorno para breve. Jesus está às portas. Em breve Ele voltará. Na hora certa, no momento certo. Na plenitude dos tempos. Conforme o planejado por Deus. Por isso devemos estar preparados. Agir e viver como se Jesus viesse hoje. Os que O amam considerarão estas coisas com seriedade e com a ajuda de Deus estarão “vigiando” até que Ele venha. Mateus 24:42.
Jesus ainda não voltou. Talvez esteja esperando por você. Pelo seu preparo. Oferecendo a você mais uma chance, mais uma oportunidade.